A Tankoa Yachts prossegue o desenvolvimento do seu sistema produtivo integrado entre os estaleiros de Civitavecchia e Génova, que hoje operam como uma única plataforma industrial para a construção de superiates de grandes dimensões.
O estaleiro de Civitavecchia, atualmente com mais de 34.000 metros quadrados dentro da área portuária, concentra‑se nas principais fases de construção do casco, desde a carpintaria metálica à instalação dos sistemas e ao primeiro nível de acabamento, em conformidade com os padrões de qualidade, engenharia e produção da Tankoa.

Uma vez concluída a fase de construção em Civitavecchia, os cascos são transportados por terra e embarcados num pontão flutuante para serem rebocados por mar até ao estaleiro de Génova, onde decorrem o acabamento final, os testes e a entrega. Trata‑se de uma cadeia integrada e de um modelo produtivo já consolidado, que permite manter um controlo direto sobre todo o processo de produção e sobre os padrões técnicos em todas as fases da construção.
Em julho de 2025 realizou‑se o primeiro transporte. Este ano, a atividade continua a pleno ritmo e estão previstos quatro transportes. Os dois primeiros iates, respetivamente de 50 e 55 metros, deixaram Civitavecchia em conjunto no final de março, embarcados no mesmo pontão flutuante. Outros dois transportes estão previstos entre o final da primavera e o início do verão. Movimentações adicionais para Génova estão programadas para os meses seguintes, em linha com o plano de produção do estaleiro.
O estaleiro de Civitavecchia está atualmente a trabalhar em sete unidades entre os 50 e os 72 metros, distribuídas por diferentes fases do ciclo produtivo. O programa inclui iates totalmente personalizados e semi‑custom, confirmando a capacidade do estaleiro para gerir simultaneamente vários projetos complexos e diferenciados. Entre as unidades em construção, algumas estão a atingir momentos-chave do processo industrial: em junho está prevista a colocação da quilha (coin ceremony) de um iate de 61 metros e o corte das chapas para o modelo de 72 metros.

A médio prazo, o estaleiro de Civitavecchia deverá expandir ainda mais o seu âmbito operacional, com a extensão progressiva das atividades para fases mais avançadas do ciclo produtivo, incluindo no futuro operações de acabamento, lançamento e apoio às provas de mar.
Paralelamente ao desenvolvimento industrial, a Tankoa Yachts está a reforçar a sua presença no território através da criação de um ecossistema de competências especializadas e de uma rede de empresas e profissionais da náutica. As atividades envolvem atualmente cerca de 300 trabalhadores, entre pessoal direto e empresas subcontratadas, num modelo em forte crescimento também graças à colaboração com instituições de formação e escolas técnicas locais.
A empresa pretende igualmente aumentar a gestão direta das operações, com mais pessoal interno e menos subcontratação, de forma a garantir níveis superiores de segurança e qualidade.
Neste contexto, tanto em Génova como em Civitavecchia, a empresa mantém fortes ligações com as instituições locais, trabalhando em duas frentes: por um lado, o desenvolvimento do tecido empresarial, para consolidar um polo produtivo eficiente e capaz de gerar valor para o território e para todo o setor náutico italiano; por outro, o investimento na formação, em colaboração com escolas profissionais, universidades e a Região, para oferecer oportunidades aos jovens e ajudar a colmatar a falta de pessoal especializado — uma necessidade que ultrapassa a Tankoa e afeta todo o setor náutico.
A evolução do polo de Civitavecchia insere‑se na estratégia de longo prazo da Tankoa, que visa reforçar a capacidade produtiva global e consolidar um modelo industrial integrado e flexível entre os dois estaleiros. Um percurso de crescimento que, comparado com 2020 — quando a empresa operava exclusivamente na sede histórica de Génova, com cerca de trinta funcionários e a produção de apenas um superiate por ano — levou hoje a Tankoa Yachts a operar em duas áreas produtivas, com mais de 120 funcionários diretos e cerca de 600 indiretos, uma gama ampliada entre os 45 e os 80 metros e uma capacidade de entrega de 3 a 4 iates por ano, resultado de uma escolha estratégica clara e de posicionamento.














